O blog da Oct postou hoje um texto falando sobre a cena cuiabana, e como sempre o autor de tal artigo se coloca de forma vitimizadora e completamente descontextualizada do que realmente rola na música independente local. Primeiro diz que a mídia divulga que só existe duas bandas em Cuiabá, uma grandiosa mentira, o que é de praxe la pelas bandas dos cavalos paraguaios, já que parecem desconhecer a existência de Venial, Lopes, Rhox, Aoxin, Snorks, Raiva em Paz, N3cr, Strauss, Vitrolas polifônicas, Menorah e etc, que estão sempre sendo divulgadas pelas mídias independentes , sem falar nas varias vezes que já foram citados em matérias de grande circulação de jornais locais.
É obvio que Macaco Bong e Vanguart são mais divulgados, até por que já não são somente referencias locais, são também referencias nacionais, e dão o exemplo para as bandas cuiabanas de como as estratégias utilizadas por eles tem dado certo ao gerenciar uma carreira. Mas ainda mais intrigante é ver o artigo da OCT jogar a culpa na mídia que so divulga o que a massa consome, sem analisar que as duas bandas citadas possuem um repertorio grande em inglês, Frances e espanhol e também instrumental, ou seja, muito longe de se fazer musicas fabricadas para a massa. É muita contradição em um texto só. Ao invés de reconhecer que outras pessoas trabalham melhor, são mais competentes e menos preguiçosas, continuam projetando as suas frustrações no sucesso dos outros.
Ai fazendo uma analise de caso ainda mais especifica pegamos então os acessos de Myspace de cada banda. O Tiasques, por exemplo , banda de um dos cavalo paraguaios, não chegou ainda a 200 acessos , e olha que a banda já ta ai a mais de 4 anos, só mudando de nome de tempos em tempos, enquanto isso o khallima que não tem nem 6 meses e trabalha em parceria com a Volume já possui mais de 20 mil acessos no site de compartilhamento. Já o Mandala, ao invés de trabalhar o Myspace, onde tem ínfimos 800 acessos, fica anunciando que suas músicas estão no PALCO MP3, que hoje em dia só é utilizado por quem não tem a mínima noção de realidade sobre o mercado da música no país e no mundo.
Além disso vamos fazer um comparativo das bandas associadas a OCT e das bandas integradas ao Cubo Card. Primeiro as cavalo paraguaias:
1- Base Oculta – Completamente desaparecida da cena, já terminou e voltou dez vezes, pra vcs terem uma idéia o próximo show da banda é na Feijoada da Maria helena, rs. Basta dar uma ida no site dos caras pra ver a catástrofe que é aquilo. Banda que surgiu em 2003 ou seja a mais de 5 anos e até hoje não mostrou a que veio. Não possui myspace nem tramavirtual, provavelmente nem deve saber que essas ferramentas existem. Alegam que por problemas internos a banda nunca se consolida. Patético.
2- Camilots – Outra banda com mais de 5 anos de formação que já foi e voltou 30 vezes e também nunca saiu do lugar, sempre foi uma banda de hobbie do Luciano e da teka, que nunca demonstraram interesse nenhum em avançar no gerenciamento de suas carreiras, provavelmente não tocou nem 3 vezes no ano passado. Em seu fotolog a banda anuncia que esta de volta e fará seu show numa quermesse. Rs. Mas o engraçado é que o post é de Junho de 2008! A banda também começou em 2003 e até hoje nada. Também por problemas internos nunca caga nem sai da moita. Patético novamente.
3- Hilayama – Banda que começou no inicio de 2008, mas que absolutamente Ninguém na cena rock conhece ou já viu tocar mais de duas vezes, todos os veículos de comunicação da banda estão desatualizados, o Myspace não funciona, o tramavirtual tem duas gravações pra La de toscas, as fotos são mal feitas, figurino terrível,em suma, poderia até ser uma banda bacana se não estivesse tão mal assessorada e mal acompanhada, já que os brunos e os lucianos da vida que se dizem tão entendidos pelo visto, não ajudaram em nada. Outra banda com problemas internos que tocou uma vez e voltou a dois meses. Incrível como todas as bandas da OCT vivem com problema internos. Rs
4-Paradise Horror Show – Banda com 74 acessos no Myspace, rs. Precisa dizer mais alguma coisa. Daqui a pouco alega problemas internos também e da um tempo, só pra seguir o modus operandi da cooperativa. Rs A única coisa coerente na banda é o nome, perfeito para o que representa. Se fez dois shows ano passado também foi muito, essa é outra marca registrada dos cavalos paraguaios, a maioria das bandas so toca no Maximo duas vezes por ano, ficamos sabendo que é pra preservar os instrumentos e as cordas vocais. Rs.
5-Tiasques: A maior cascata da cena, já mudou de nome pelo menos três vezes, Jihaad, Pleyades e agora Tiasques. A estratégia é simples, mude de nome, divulgue isso bastante e quando acabar a divulgação do nome mude de novo pra tentar gerar mídia espontânea, já que essa é a única forma para a banda aparecer. Já tocaram em Calango, Grito Rock, e tudo quanto é evento na cena e nunca cresceram um milímetro, sempre o mesmo show, mesmas músicas, mesma pozerice por parte do vocalista, e nunca conseguiram tocar nem em st Antonio do leverger. Como uns caras desses podem querer pagar de liderança de uma cooperativa se nem a própria banda eles conseguem cuidar. Patético.
6- Sinimbu Stricknick – Também montou um blog, rs. E parece que outra orientação da cooperativa é: Monte um blog, poste um texto apenas e esqueça o blog jogado La pro resto da vida. Quase todas são assim. Os caras anunciam o lançamento do blog cheio de pompas e nunca mais aparece pra atualizar, haha. O que importa é so lançar, atualizar é de menos. Grande cooperativa essa. Tentaram fazer um festival e na primeira vez foi cancelado, novamente pelos tais problemas internos. Segundo o site da banda, eles não tem material gravado mas já estão com planos de CAIR NA ESTRADA. HAHAHAHAHAH. Essa foi demais.
Essas 6 bandas ai formam 90% do que é a OCT hoje, tem mais duas que são os Pé Rachado e os porra lokas e o Leão sem dentes, que nos comentamos sobre depois.
Agora, peguem as bandas acima e comparem com as seguintes: Aoxin, Rhox, Macaco Bong, Venial, Lopes, Raiva em Paz, N3cr, Self Help, Los Bobs, Snorks, anhangá, vitrolas polifônicas, Menorah, Ebinho Cardoso Trio, Linha Dura , todas elas integradas ao Cubo Card,ao Sindicatto , ao Riff e a Volume é só dar uma ida no Google e digitar o nome de cada uma delas e depois comparar com o que escrevemos acima. Na boa, da até pena.
Pra finalizar o post de hoje, vamos colocar o ranking dos acessos de Myspace das bandas Cuiabanas, pra vcs sentirem o drama, e depois pensem quais os parceiros de cada banda citada, e analisem quem trabalha e quem brinca de rock, vou aproveitar e negritar as bandas cavalo paraguaias e as Mandalianas:
Ranking Myspace Bandas Cuiabanas
1- Vanguart – 280 086 mil acessos
2- Macaco Bong – 40 036 mil acessos
3- Venial – 29 364 mil Acessos
4- Khalima – 22.130 acessos
5- Aoxin – 21 331 Acessos
6- Snorks – 12307 acessos
7- N3cr – 11 782 acessos
8- Branco ou Tinto – 11 689 acessos
9- Revoltz – 6179 Acessos
10- Los Bobs – 5570 acessos
11- Rhox – 5143 acessos
12- The Melt – 4457 acessos
13- Three Pockers – 4081 acessos
14- Vitrolas Polifonicas – 4034 acessos
15- Lopez – 3520 Acessos
16- Raiva em Paz – 3160 acessos
17- Anhangá – 3160 acessos
18- Menorah – 2885 acessos
19- Ayakan – 2544 acessos
20- Skarros – 1734 Acessos
21- Zenn Fin – 1106 acessos
22- Mandala Soul – 878 acessos
23- Leão Sem dentes - 826 acessos
24- Tiasques – 176 acessos
25- Cachorro Doido – 113 acessos
26- Paradise horror Show- 74 Acessos
Que coincidencia esses 5 últimos lugares. rs!
Aposto que sao problemas internos do Myspace ou melhor, o Myspace está boicotando os Cavalo paraguaios e os mandalianos. hahaha!
até.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Conexão Cuiabá/Acre parte 1

Uma das experiências mais bacanas da cena independente hoje em dia vem do Acre, mais especificamente do Coletivo Catraia e de seu filho pródigo, porém adotado, Festival Varadouro e todas as suas nuances.
O primeiro contato que o Espaço Cubo teve com os meninos dos seringais se deu em 2005 no mês de setembro, onde recebemos com surpresa o e-mail de um tal de Daniel Zen(clique AQUI e leia o e-mail), explicando detalhadamente tudo o que estava acontecendo na terra de Chico Mendes, e como o cenário alternativo vinha se organizando. Falou do Guerrilha Festival, que organizaram em 2004, e da pretensão em realizar a segunda edição, já com novo nome e repaginado. Além disso, convidava uma banda cuiabana para ser uma das headliners do evento e um integrante do Espaço Cubo que contaria toda a nossa história por lá, em um seminário que contaria com jornalistas e produtores de outros estados, com foco na produção musical do norte do país.
Produtores de Todo pais no primeiro Festival Varadouro!Poucos dias depois, ainda em setembro, o festival foi realizado e os cuiabanos presentes - Ahmad Jarrah pelo Espaço Cubo e o Vanguart - se chocaram com tamanha energia e disposição dos guerrilheiros locais, definitivamente havíamos encontrado uma cena irmã e tudo, e o que acontecera por lá era apenas o começo de uma longa e promissora parceria.
Mais dois meses se passam, novembro chega e com ele vem junto o Goiânia Noise Festival 2005 e seu ciclo de debates, onde fui convidado para contar um pouco sobre a experiência do Cubo Card, Calango e de outras tecnologias de gestão desenvolvidas em Cuiabá. Além disso, seria a primeira oportunidade do Macaco Bong em um grande festival fora de cuiabá, sem falar na eminente fundação da Abrafin - Associaçao Brasileira dos festivais independentes e do Circuito Fora do Eixo, que selaria definitivamente a relação de Cuiabá com várias outras cidades do país.
Para minha surpresa, no dia em que palestrei, dois acreanos estavam na platéia ouvindo tudo atentamente de olho nas minhas falas e no discurso cubista.
Meu tempo era de apenas 30 minutos e acabei falando durante uma hora e meia, já que as perguntas vieram de todos os cantos possíveis da sala, naquela época quase ninguém nos conhecia, tornando tudo muito curioso, intrigante e repleto de dúvidas. O debate acabou, desci e fui para a plenária, já que outra mesa seria formada. Mal me sentei e de cara recebi a primeira abordagem.
- Pô cara, que bacana tudo isso que você falou, tem tudo a ver com o que pensamos e o que queremos organizar lá no acre. Prazer, meu nome é Daniel Zen, da Catraia Records, e este é o João Eduardo, do Los Porongas.
A partir desse momento praticamente não nos desgrudamos durante todo o Festival. Cuiabanos e acreanos passaram três dias dialogando sobre o futuro de nossa parceria e principalmente, sobre estratégias para o fortalecimento do mercado independente nos estados mais distantes do eixo tradicional de produção cultural. Marcamos de nos reunir em algum dos quartos do hotel para a reunião de fundação do Circuito Fora do Eixo e no dia seguinte estávamos lá no 403, com representantes de vários estados do país, debatendo as diretrizes que norteariam nossos próximos passos e nesse momento definimos três eixos principais de atuação: Circulação de bandas e produtores, Distribuição de produtos e produção de conteúdo.A pedra fundamental estava lançada.
Primeira Reunião oficial do Circuito Fora do Eixo no Grito Rock 2006!Marcamos a próxima reunião para o Grito Rock 2006, que a época era realizado somente em Cuiabá, e de cara fiz o convite para que duas bandas acreanas participassem do evento, Los Porongas e Camundogs, as duas principais representantes do cenário local e ambas ligadas ao selo acreano Catraia Records, capitaneado pelo Daniel Zen.
Chegaram a Cuiabá um dia antes e foram embora um dia depois, e proporcionaram dois shows históricos em Cuiabá, principalmente os Porongas, que logo em sua primeira vez em Hell City conquistou um sequito fiel de faz que até hoje dia após dia mandam e-mail solicitando shows da banda . Além dos shows muitos debates rolaram, já que era a primeira vez que o Circuito Fora do Eixo se reunia oficialmente com representantes de todo o país.
O Grito acabou e era hora da teoria se tornar pratica, fizemos o planejamento e durante todo ano de 2006 fomos passo a passo alcançando cada uma das metas estabelecidas. A diretriz que mais funcionou neste primeiro momento foi a da circulação e intercâmbios começaram a rolar entre todos os coletivos integrados, possibilitando assim uma série de encontros com os acreanos durante o ano todo nos mais variados festivais do Circuito.
Los Porongas no Calango 2006Culminando em dois grandes encontros no segundo semestre, o primeiro no Festival Calango, onde Zen e Porongas voltaram a hell city novamente e o segundo no Varadouro, onde tive o prazer de pela primeira vez pisar em solo acreano, não só eu como boa parte dos cubistas, já que o Macaco Bong fora escalado para se apresentar. A empatia foi tão grande que o Macaco tocou como se estivesse em casa e para muitos foi o melhor show do festival.
Reunião do Circuito Fora do Eixo no Varadouro 2006!Tres dias de cinema, com todo o conforto, hospitalidade e sapiência dos Rio-branquenses. O Varadouro acabou com um gostinho de quero mais, saímos dali com a certeza que a relação Acre-Cuiabá estava apenas no começo.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Grito Rock 2003- O inicio!
Flyer do primeiro GRITO ROCK!O Grito Rock começou em 2003 em Cuiabá, na época o Cubo estava prestes a completar um ano de existência , e vinha lutando para manter a media de um evento por mês. O primeiro evento que organizamos foi no dia 21 de junho de 2002 e alem deste, outros 5 eventos tinham rolado antes do fim do ano, todos eles com casa cheia , publico satisfeito e a boa e velha ré, derivada de nossos grandiosos investimentos em mídia que custavam o olho da cara, e o bacana é que já naquela época tínhamos a certeza que não estávamos perdendo grana e sim investindo em um novo modelo de gestão ainda não desbravado em nosso estado, e que demoraria um pouco para se consolidar como toda e qualquer iniciativa inovadora. Boa parte destes primeiros eventos faziam parte do projeto 12 Atos, que em outro texto conto pra vocês.
Flyer do primeiro evento realizado pelo EC!Finalizamos o ano de 2002 muito estimulados com os resultados obtidos, já que grande parte de nossas metas haviam sido alcançadas, havíamos nos mantido em pé e produtivos, varias bandas surgiram, o publico cresceu, os veículos de comunicação começaram a divulgar, novos voluntários apareceram, em suma, faltava dinheiro mas sobrava disposição. O ano de 2003 prometia e começava com dois eventos na Galeria do Pádua, espaço que a época sediava os eventos GLS e que planejávamos ocupar por dois motivos: 1- O lugar era lindíssimo, cheio de obras de arte e com um clima perfeito para a balada , 2- Eram pouquíssimos os lugares que abriam espaço para o cenário alternativo. Esses dois primeiros eventos foram bem pequenos , e foram prestigiados por cerca de 200 pessoas cada um, dias 7 e 14 de janeiro denominados, galeria do rock.
O mês de janeiro estava chegando ao fim e o que mais ouvíamos é que os próximos eventos seriam somente após o carnaval, ja que no Brasil o ano começava depois desta grande festança e de certa forma nos primeiros dias de fevereiro nos conformamos com a idéia e nos concentramos principalmente nos tramites internos do Cubo, arrumamos o estúdio de ensaio, começamos a gravar algumas bandas , mobilizamos os músicos para a fundação de uma associação e etc.
Um belo dia, estávamos sentados na varanda do cubo, debatendo o que faríamos no carnaval, e as propostas começara a surgir, alguns falando em subir pra chapada, outros em acampar, outros em dormir até que alguém disse despretensiosamente:
- Sera que ninguém vai fazer um grito de carnaval mais rock ?
No ato um olhou pro outro e pintou aquele clima de “ninguem mais faria a não ser nós”. E em menos de 15 minutos estava decidido que organizaríamos o primeiro Grito Rock em Cuiabá, no sábado de carnaval, com bandas locais que foram escolhidas na hora: Zorato, Donalua, Lynhas de Montagem, Deefor e Papo Amarelo. O local perfeito seria a galeria do Pádua, ligamos na hora para o Pierre, dono do espaço e ele topou. Pronto, todos já sabiam aonde passariam o carnaval de 2003.
Todas as bandas escolhidas tinham um certo envolvimento com as correrias, e falarei um pouco delas abaixo:

Donalua no colegio Presidente Medice!
Donalua – A banda mais engajada do movimento chegando a ser panfletaria em vários momentos, todos os seus integrantes trabalhavam diretamente na consolidação do mercado independente local. Eu, kayapy(macaco bong), Chabo (Chilli Mostarda) e Douglas(Vanguart) trampavamos no Cubo, Caio Costa e Caio Mattoso eram organizadores do Festival Calango. Era a banda que mais propagava a musica autoral na época e era conhecida também pelas inúmeras polemicas que se envolvia a cada show, e estas historias merecem um capitulo a parte. Após uma serie de reformulações a banda encerrou suas atividades após o show do Calango 2005, com a certeza de que a missao de provocar o cenario autoral ja estava cumprida.
Zorato – Banda “pé dentro pé fora” ajudava de vez em quando nas ações e seu vocalista Allan era o designer oficial do cubo na época e foi responsável pela concepção visual do primeiro Grito Rock e também pela copia discarada do slogan do evento “se a canoa não virar eu chego lá”. A banda contava também com o veterinario Robson Clay, mais conhecido como Robinho, famoso pelas suas habilidades com o wa-wa e o baterista Adriano Baiano, um típico bom vivant , que vivia as custas do pai e das bandas de pagode que ele produzia. A banda caiu no ostracismo em meados de 2005 e nunca mais voltou a ativa.
Deefor no inicio da carreira!Deefor – Primeira grande banda da nova safra do rock cuiabano, capitaneada por Reginaldo Lincoln (Vanguart) nos vocais e na guitarra, Jales no Baixo e Beto na Bateria, o Power trio surpreendia o publico a cada show. Fez grandes shows em 2003 e 2004, era a queridinha dos cuiabanos, tocou no bananada 2004 e foi uma das revelações do festival, se desfez logo em seguida, em uma historia que envolve, sexo, drogas e um complexo de Édipo em doses cavalares, também merece capitulo a parte. A banda deixou um ep gravado com três faixas que até hoje recebe novas versões de bandas cuiabanas. Muitos se questionam ate hoje como Reginaldo deixou de ser o front man de uma das bandas mais promissoras do rock independente nacional para se tornar um coadjuvante em outra tão promissora quanto.Eu, otimista, prefiro acreditar que mais vale um Vanguart na Mão do que dois caguetas voando....:)

Eduardo Lehr, baxista do Papo Amarelo!
Papo Amarelo - Outra banda bastante envolvida com o processo, e contava com Rodrigo Farinha(DJ faras) no Vocal, Dudi Ribeiro(Mestre Dalma) na Guitarra, Eduardo Lehr (Ostracismo) no baixo e Douglas (Vanguart) na batera. A banda foui uma das principais referencia na retomada da voz autoral do estado, e da movimentação formada em torno dela surgiu o Festival Calango, que hoje se consagra com um dos principais do país e que na época era muito diferente dos conceitos atuais, principalmente pela influencia do Dudi que visualizava duas prioridades para o Calango: 1- Sucesso de Bilheteria e 2- Trampolim para o Papo Amarelo. Alem dele , o Farinha tabem não tinha grandes preocupações com o movimento, e sua predileção era por shows em bares e festinhas da high society. Ambos saíram da banda quase simultaneamente. Lehr e Douglas deram continuidade ao projeto chamando Barbara Varella e Alisson Snati para os vocais e Danilo Bareiro (Mandala Soul), Bruno Kayapy (Macaco Bong) e David Dafre(Vanguart) para as guitarras. A banda deixou um Cd lançado e acabou em 2003 após o fracasso da segunda empreitada.
Um dos gemeos do Lynhas!Lynhas de Montagem - Banda lendária do Rock Mato-grossense, tanto pelas belas musicas compostas durante os vários anos de atividade da banda como pelas inúmeras polemicas em que os gêmeos Marcio e Marcos se envolveram. Reza a lenda que certa vez anunciaram o show do Bom Jovi cover em Cuiabá mas na verdade eram os caras do lynhas fantasiados e escondidos em um hotel alem do cd da banda que foi anunciado durante 15 anos e até hoje não foi lançado. Rockerices a parte a banda lançou alguns hinos do rock de Mt, entre eles Pele viciada e A Dor Acabou. A banda acabou em 2004 e promete voltar aos palcos em 2008. Mas promessa nem sempre é divida para estes garotos, vamos aguardar.....
Com a data, as bandas e o local escolhidos restava agora fazer o material gráfico, locar o som, contratar a segurança, escrever os releases e batalhar para o sucesso da ação. Foram duas semanas de incansáveis panfletagens nas escolas, universidades, shopings e praças da cidade e no dia 3 de março de 2003 estava tudo pronto para a balada em pleno carnaval.
Publico do Grito 2003!O publico compareceu em peso, os shows foram sensacionais, e durante a apresentação do donalua, percebi a empolgação da rapaziada, e ali mesmo, no meio do show, sem nem consultar o dono da casa, anunciei que dois dias depois, na segunda feira, realizaríamos a segunda noite do grito rock. O Publico delirou, era tudo o que eles queriam, a segunda feira lotou tanto quanto o sábado, a ação havia sido um sucesso, e o rock entraria eternamente para a historia do carnaval de Mato Grosso.
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Cubistas de Volta à Cuiabá!
De volta a Cuiabá após dois meses de andanças pelo país e de volta as atualizações diárias do Cubista. Hoje trarei algumas noticias rápidas:
- Ficamos um mês no Acre auxiliando na articulação do Coletivo Catraia, fechando assim nosso ciclo de trabalho em varias cidades do país durante os meses de setembro, outubro e inicio de Novembro. Em setembro trabalhamos em conjunto com os Coletivos RETOMADA em Montes Claros e GOMA em Uberlândia já em Outubro nos dedicamos à cena acreana e a articulação do Coletivo Catraia.
- O Coletivo RETOMADA, organizou ontem seu primeiro evento que segundo relatos dos agentes locais foi sucesso total, com a presença de mais de 400 pessoas, no lançamento do Cd da banda Vômer. Alem dos eventos o coletivo já lançou seu blog, e já prepara a organização do Grito Rock Montes Claros 2008 e também do Festival Pequi Rock para abril do ano que vem.
- O coletivo GOMA já esta de vento em popa também, e já estarão abrindo um Espaço Cultural daqui 15 dias, onde funcionara o núcleo de Comunicação, eventos e distribuição de produtos das bandas uberlandenses. O GOMA também já esta produzindo o Grito Rock Uberlândia 2008 e já é uma das casas militantes na Associação Brasileira de Casas De Shows.
- O Coletivo CATRAIA, já esta indo para o seu segundo evento denominado “Balanço da Catraia”, que acontece também neste feriado. Alem disso já estão com um blog atualizado todos os dias, flog, zine e etc, e já lançaram uma coletânea com bandas locais que foi distribuída no Festival Varadouro. E já preparam a realização do Grito Rock Acreano 2008.
Amanhã falo um pouco sobre os festivais do Circuito Fora do Eixo que acontecem neste fim de semana!
- Ficamos um mês no Acre auxiliando na articulação do Coletivo Catraia, fechando assim nosso ciclo de trabalho em varias cidades do país durante os meses de setembro, outubro e inicio de Novembro. Em setembro trabalhamos em conjunto com os Coletivos RETOMADA em Montes Claros e GOMA em Uberlândia já em Outubro nos dedicamos à cena acreana e a articulação do Coletivo Catraia.
- O Coletivo RETOMADA, organizou ontem seu primeiro evento que segundo relatos dos agentes locais foi sucesso total, com a presença de mais de 400 pessoas, no lançamento do Cd da banda Vômer. Alem dos eventos o coletivo já lançou seu blog, e já prepara a organização do Grito Rock Montes Claros 2008 e também do Festival Pequi Rock para abril do ano que vem.
- O coletivo GOMA já esta de vento em popa também, e já estarão abrindo um Espaço Cultural daqui 15 dias, onde funcionara o núcleo de Comunicação, eventos e distribuição de produtos das bandas uberlandenses. O GOMA também já esta produzindo o Grito Rock Uberlândia 2008 e já é uma das casas militantes na Associação Brasileira de Casas De Shows.
- O Coletivo CATRAIA, já esta indo para o seu segundo evento denominado “Balanço da Catraia”, que acontece também neste feriado. Alem disso já estão com um blog atualizado todos os dias, flog, zine e etc, e já lançaram uma coletânea com bandas locais que foi distribuída no Festival Varadouro. E já preparam a realização do Grito Rock Acreano 2008.
Amanhã falo um pouco sobre os festivais do Circuito Fora do Eixo que acontecem neste fim de semana!
sábado, 13 de outubro de 2007
Udi-Jambo-Rock-Goma-Scene!
Até que enfim rolou um tempinho para falar sobre a deliciosa experiência do Espaço Cubo em Uberlândia, onde auxiliamos na implantação do Coletivo Goma que capitaneará uma serie de ações pra a consolidação do Circuito Mineiro de Musica independente, junto a vários outrs agentes locais e também dos outros coletivos que foram sendo criados durante o mês de outubro em nossas andanças com o Conexão Telemig Celular.
Segunda Feira dia 01/08
Uberlândia mais uma vez nos recebeu de braços abertos, o tratamento mineiro é vip, quem já esteve por lá pode fácil, fácil atestar. Chegamos em uma segunda feira, tempo fresco, mais ou menos 17 graus, e fomos encaminhados para o Hotel Carton Plaza, onde jantamos e nos reunimos para a definição do formato das oficinas em Udi(como a cidade é carinhosamente chamada pelos nativos), e como de praxe demos uma analisada nas ferramentas que teríamos na cidade para aplicar grupos de trabalhos que estivessem diretamente conectados com a realidade local. Essa pratica nos proporcionou um dinamismo muito grande nas oficinas, estabelecendo ações diferentes em cada cidade e não repetindo o mesmo formato, indo assim de encontro com a diversidade da produção cultural mineira. Finalizamos a reunião e dormimos.
Terça Feira 02/08!
Acordamos em uma terça feira livre e sem compromissos com o Conexão Telemig Celular, já que as oficinas só começariam na quarta, tratamos então de encontrar o produtor local responsável pelo nossa estada na cidade, Tales Lopes, nosso parceiro de longa data e uma das principais cabeças desta rearticulação do circuito mineiro da música, que serviu logo de cara côo a primeira cobaia de nossas pesquisas e diagnósticos sobre o cenário local, nos repassado informações que seriam importantíssimas para a concepção da oficina.
Conversamos a tarde toda e na terça mesmo nossos parceiros de Uberlândia organizaram um churrasco para comemorar a nossa chegada, e também o aniversario de alguns dos integrantes de uma das melhores bandas do pais , o Porcas Borboletas, na casa do Tales. Chegamos la as 19, e mais uma vez conversamos horas e horas sobre os rumos da cena independente nacional, e conhecemos vários agentes que estavam se associando para o lançamento do Espaço Cultural Goma. Quando olhamos no relógio já eram quase 4 da manha, e ainda estávamos debatendo a cena. Era hora de dormir, vazamos pro hotel.
Quarta Feira 03/08
Acordamos cedo, e finalizamos a preparação da oficina, almoçamos e fomos direto para a Ufu-Universidade Federal de Uberlândia, onde as 14:00 começariam as oficinas. Chegamos la e nos encaminharam para o laboratório de comunicação, sala destinada para o oficio, mas que já estava ocupada por alguns “bgs” (abreviação de Bicho Grilo, rs, apelido carinhoso dado aos estudantes da UFU) e resolvemos ocupar a sala de Educação Artística já que não precisaríamos de computador no primeiro dia. Galera toda reunida, inicio da apresentação. Falei em poucos minutos qual era a da nossa estada por lá e convidei a galera pra darmos uma circulada na universidade, sendo prontamente atendido e recebendo proposta ainda melhor, a de nos reunirmos embaixo do “Pé de Jambolão” , arvore lendária onde o Festival Jambolada foi concebido. Ótima Idéia. Vamos pra la. Sentamos, acendemos vários cigarros, e iniciamos os primeiros diagnósticos sobre o cenário local, dando a oportunidade para que cada um ali colocasse suas impressões sobre a produção musical de Uberlândia. Ai foi tiro pra todo lado, básico, prós e contras de um processo de anos calcado em uma movimentação prioritariamente ligada aos muros da universidade federal e que pouco a pouco foi conseguindo avançar por toda a cidade.
• Amanhã falo mais sobre os diagnósticos tirados desta reunião de quarta, e os encaminhamentso da Oficina na quinta, na sexta, no sábado e no domingo!!
Segunda Feira dia 01/08
Uberlândia mais uma vez nos recebeu de braços abertos, o tratamento mineiro é vip, quem já esteve por lá pode fácil, fácil atestar. Chegamos em uma segunda feira, tempo fresco, mais ou menos 17 graus, e fomos encaminhados para o Hotel Carton Plaza, onde jantamos e nos reunimos para a definição do formato das oficinas em Udi(como a cidade é carinhosamente chamada pelos nativos), e como de praxe demos uma analisada nas ferramentas que teríamos na cidade para aplicar grupos de trabalhos que estivessem diretamente conectados com a realidade local. Essa pratica nos proporcionou um dinamismo muito grande nas oficinas, estabelecendo ações diferentes em cada cidade e não repetindo o mesmo formato, indo assim de encontro com a diversidade da produção cultural mineira. Finalizamos a reunião e dormimos.
Terça Feira 02/08!
Acordamos em uma terça feira livre e sem compromissos com o Conexão Telemig Celular, já que as oficinas só começariam na quarta, tratamos então de encontrar o produtor local responsável pelo nossa estada na cidade, Tales Lopes, nosso parceiro de longa data e uma das principais cabeças desta rearticulação do circuito mineiro da música, que serviu logo de cara côo a primeira cobaia de nossas pesquisas e diagnósticos sobre o cenário local, nos repassado informações que seriam importantíssimas para a concepção da oficina.
Conversamos a tarde toda e na terça mesmo nossos parceiros de Uberlândia organizaram um churrasco para comemorar a nossa chegada, e também o aniversario de alguns dos integrantes de uma das melhores bandas do pais , o Porcas Borboletas, na casa do Tales. Chegamos la as 19, e mais uma vez conversamos horas e horas sobre os rumos da cena independente nacional, e conhecemos vários agentes que estavam se associando para o lançamento do Espaço Cultural Goma. Quando olhamos no relógio já eram quase 4 da manha, e ainda estávamos debatendo a cena. Era hora de dormir, vazamos pro hotel.
Quarta Feira 03/08
Acordamos cedo, e finalizamos a preparação da oficina, almoçamos e fomos direto para a Ufu-Universidade Federal de Uberlândia, onde as 14:00 começariam as oficinas. Chegamos la e nos encaminharam para o laboratório de comunicação, sala destinada para o oficio, mas que já estava ocupada por alguns “bgs” (abreviação de Bicho Grilo, rs, apelido carinhoso dado aos estudantes da UFU) e resolvemos ocupar a sala de Educação Artística já que não precisaríamos de computador no primeiro dia. Galera toda reunida, inicio da apresentação. Falei em poucos minutos qual era a da nossa estada por lá e convidei a galera pra darmos uma circulada na universidade, sendo prontamente atendido e recebendo proposta ainda melhor, a de nos reunirmos embaixo do “Pé de Jambolão” , arvore lendária onde o Festival Jambolada foi concebido. Ótima Idéia. Vamos pra la. Sentamos, acendemos vários cigarros, e iniciamos os primeiros diagnósticos sobre o cenário local, dando a oportunidade para que cada um ali colocasse suas impressões sobre a produção musical de Uberlândia. Ai foi tiro pra todo lado, básico, prós e contras de um processo de anos calcado em uma movimentação prioritariamente ligada aos muros da universidade federal e que pouco a pouco foi conseguindo avançar por toda a cidade.
• Amanhã falo mais sobre os diagnósticos tirados desta reunião de quarta, e os encaminhamentso da Oficina na quinta, na sexta, no sábado e no domingo!!
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Espaço Cubo no Acre!!!!
Ja estamos no Acre, após uma deliciosa semana em Uberlandia, onde conhecemos uma serie de novos parceiros e auxiliamos diretamente na articulação do Coletivo Goma, que ja nasce com muita força de trabalho sendo empregada.
A correria aqui ja esta bem grande, viemos ministrar algumas oficinas, auxiliar na articulação do Coletivo Catraia, e participar da produção do Festival Varadouro que acontece nos dias 19 e 20 de Outubro com bandas de todas as regiões do pais.
Amanha vou contar com detalhes como foi a semana em Uberlandia, e prometo alimentar este blog com mais frequencia durante essa semana.
Abraços!
A correria aqui ja esta bem grande, viemos ministrar algumas oficinas, auxiliar na articulação do Coletivo Catraia, e participar da produção do Festival Varadouro que acontece nos dias 19 e 20 de Outubro com bandas de todas as regiões do pais.
Amanha vou contar com detalhes como foi a semana em Uberlandia, e prometo alimentar este blog com mais frequencia durante essa semana.
Abraços!
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Rapidinhas....
# Estivemos a semana inteira em Uberlândia, na já famosa Udi Rock Scene, ministrando oficinas para uma serie de jovens empreendedores muito dispostos a dar uma chacoalhada na cena local. Estiveram presentes produtores dos principais festivais e ventos das cidade, jornalistas, e varias bandas buscando conhecer um pouco mais sobre o modus operandi da nova lógica de produção desenvolvida pelo Espaço Cubo e pelo Circuito Fora do Eixo. Em breve trago um relato completo da experiência aqui na Capital do Interior de minas, sô..Alias, nos estamos quase virando mineiros, toda hora soltamos um Uai, um sô e o famoso “Nóóó” que equivale ao “Vôte” Cuiabano. Só pra rir.
# Hoje, conhecemos a GOMA, um especo cultural capitaneado pelo guerreiro Thales Lopes (Organizador do Jambolada) e por um coletivo de garotas que tem se esforçado em finalizar rapidamente a obra. Esta quase tudo pronto e a previsão de abertura é para o ultimo fim de semana e Outubro. A estrutura vai conta com um CaféBar, um ponto de venda de prdutos e uma Casa de Shows. O Espaço é simplesmente FODA! Bnads interessadas já podem começar a contactar os responsáveis, vale muito a pena: talleslopes@yahoo.com.br. Em breve vcs vão ter mais noticias no Blog do Cubo.
# Quem esta em Uberlândia também são os parceiros Claudão Pila e Marcelinho, proprietaros do lendário bar A OBRA em BH e que vieram se apresentar no Conexão Telemig Celular com sua nova banda, O FAIXA, que carimbou sua passagem para o Grito Rock Cuiabá. Muito engraçado o show dos caras. E por falar em A OBRA e na GOMA , uma belíssimo projeto surgiu este fim de semana, e que vem para ciar mais um grandioso suporte para a cena independente nacional, falo mais sobre no momento certo. Rs. Outro parceiro presente é Terence Machado, capitão do programa Alto Falante e que acaba de organizar o Festival Garimpo em Bh, veio acompanhado do Los Porongas, que mais um vez fez o serviço de casa, acabamos de chegar de mais uma daquelas tempestades poéticas e melódicas dos meninos do seringais...
# Recebi um e-mail esses dias, com a divulgação do Arte Underground 2007 em Cuiabá, e em determinado trecho do e-mail a organizadora Márcia Underground”Oliveira, declara: “A diminuição do publico de metal em Cuiabá só comprova as leis dos deuses do metal, onde só os Fortes Sobrevivem”. Pfff...Da vontade de rir tamanha a falta de noção, pra ela são os deuses os responsáveis pela queda do publico, não admitiria nunca a incompetência na gestão deste movimento. Acorda rapaziada......!
# Estava tudo marcado para chegarmos em Cuiabá no dia 08 de Outubro, mas.....como a cultura é dinâmica, nossos planos mudaram novamente e vamos daqui direto para o Acre trabalhar, trabalhar e trabalhar. A nova data de chegada a Hell City é 22 de outubro, logo após o Festival Varadouro, que acaba de confirmar a ida da Cuiabana Lord Crossroad.....
# Hoje, conhecemos a GOMA, um especo cultural capitaneado pelo guerreiro Thales Lopes (Organizador do Jambolada) e por um coletivo de garotas que tem se esforçado em finalizar rapidamente a obra. Esta quase tudo pronto e a previsão de abertura é para o ultimo fim de semana e Outubro. A estrutura vai conta com um CaféBar, um ponto de venda de prdutos e uma Casa de Shows. O Espaço é simplesmente FODA! Bnads interessadas já podem começar a contactar os responsáveis, vale muito a pena: talleslopes@yahoo.com.br. Em breve vcs vão ter mais noticias no Blog do Cubo.
# Quem esta em Uberlândia também são os parceiros Claudão Pila e Marcelinho, proprietaros do lendário bar A OBRA em BH e que vieram se apresentar no Conexão Telemig Celular com sua nova banda, O FAIXA, que carimbou sua passagem para o Grito Rock Cuiabá. Muito engraçado o show dos caras. E por falar em A OBRA e na GOMA , uma belíssimo projeto surgiu este fim de semana, e que vem para ciar mais um grandioso suporte para a cena independente nacional, falo mais sobre no momento certo. Rs. Outro parceiro presente é Terence Machado, capitão do programa Alto Falante e que acaba de organizar o Festival Garimpo em Bh, veio acompanhado do Los Porongas, que mais um vez fez o serviço de casa, acabamos de chegar de mais uma daquelas tempestades poéticas e melódicas dos meninos do seringais...
# Recebi um e-mail esses dias, com a divulgação do Arte Underground 2007 em Cuiabá, e em determinado trecho do e-mail a organizadora Márcia Underground”Oliveira, declara: “A diminuição do publico de metal em Cuiabá só comprova as leis dos deuses do metal, onde só os Fortes Sobrevivem”. Pfff...Da vontade de rir tamanha a falta de noção, pra ela são os deuses os responsáveis pela queda do publico, não admitiria nunca a incompetência na gestão deste movimento. Acorda rapaziada......!
# Estava tudo marcado para chegarmos em Cuiabá no dia 08 de Outubro, mas.....como a cultura é dinâmica, nossos planos mudaram novamente e vamos daqui direto para o Acre trabalhar, trabalhar e trabalhar. A nova data de chegada a Hell City é 22 de outubro, logo após o Festival Varadouro, que acaba de confirmar a ida da Cuiabana Lord Crossroad.....
Assinar:
Postagens (Atom)